terça-feira, 14 de julho de 2009

A face oculta de Nova York

De Paulo Polzonoff
ed. Globo

Conheço o Paulo. Ele traduz para mim, é uma ótima pessoa para se trabalhar. E também conheço sua esposa e seu filho. Acontece que nossos filhos têm mais ou menos a mesma idade e, de vez em quando, trocamos figurinhas sobre os meninos. E aí que eu comecei a considerar o Paulo (e a Paula e o Davi) como um amigo, não só um colaborador.

Foi assim que A face oculta de Nova York chegou às minhas mãos: como o presente de um amigo.

Comecei a ler o livro e então aconteceu algo muito interessante: eu, que nunca tivera vontade de conhecer os Estados Unidos, me peguei pensando em fazer as malas e ir para Nova York. Para tentar conhecer a cidade do Paulo, não a dos turistas.

Ele não gosta da Times Square. E estou bem inclinada a acreditar nele. Mas é claro que quero ir lá, para ver se é ruim mesmo. E é claro que fiquei morrendo de vontade de ir ao aquário (ou seria ao zoológico - já não lembro mais... isso que dá deixar pra escrever tão depois) para procurar o casal de pinguins homossexuais. Pena que eles não estão mais juntos...

Também fiquei imaginando que tipo de inscrição eu escolheria se adotasse um banco no Central Park. Passei muito tempo pensando em alguma coisa. Muito mesmo. E então, de repente a ficha caiu: não tenho grana pra isso. E, se tivesse, Deus gostaria mais de mim se eu a usasse para aliviar, de alguma forma o sofrimento alheio.

Alguém aí ainda duvida de que fui (pelo menos um pouquinho) influenciada pelo Dalai-Lama?

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